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Escopo de fornecimento de serviço — Arquiteto(a) de Soluções (foco: Arquitetura de Soluções em alto nível a partir de documentação de entendimento de demanda)
1) Objetivo do serviço
Desenhar a arquitetura de solução em alto nível (HLD) para iniciativas/produtos/épicos, a partir da documentação de entendimento de demanda, consolidando requisitos, definindo alternativas e recomendando uma solução-alvo com seus principais componentes, integrações, fluxos, requisitos não funcionais e riscos, garantindo alinhamento entre negócio e times técnicos.
2) Escopo de atuação (responsabilidades principais)
2.1 Descoberta e refinamento a partir da demanda
• Analisar a documentação de entendimento de demanda e consolidar o contexto, objetivos, stakeholders, premissas, restrições e dependências.
• Levantar e refinar requisitos funcionais e não funcionais com negócio e times técnicos quando houver lacunas ou ambiguidades (ex.: performance, disponibilidade, segurança, observabilidade, escalabilidade) [1] [2].
• Identificar cenários e casos de uso ponta a ponta (ex.: jornada do cliente, eventos de negócio, integrações necessárias).
2.2 Desenho de Arquitetura de Solução (HLD)
• Propor a arquitetura “to-be” em alto nível, cobrindo:
o Visão macro de componentes e responsabilidades (bounded contexts/serviços/sistemas).
o Fluxos principais ponta a ponta (síncronos e/ou assíncronos quando aplicável) [2].
o Visão de dados em alto nível (fontes, movimentação, armazenamento/consumo quando houver) [1].
• Definir o estilo arquitetural apropriado por cenário (ex.: API-led, event-driven, batch, integrações via gateway/ESB/iPaaS quando aplicável) [2].
• Produzir artefatos de arquitetura e conduzir sessões de validação com os envolvidos (Architecture Review) [1] [2].
2.3 Integrações e contratos (visão de solução)
• Mapear integrações necessárias entre sistemas/domínios, indicando tipo (API/evento/fila/arquivo), responsabilidades (produtor/consumidor) e pontos de acoplamento [2].
• Definir diretrizes de contratos em nível de solução (ex.: OpenAPI/AsyncAPI, versionamento, compatibilidade, políticas de erro), quando fizer parte do escopo da iniciativa [2].
• Considerar requisitos de resiliência em alto nível (ex.: retries, idempotência, DLQ, timeouts) como direcionadores arquiteturais [2].
2.4 Dados, informação e conformidade (quando aplicável)
• Identificar dados-chave manipulados pela solução (entidades/eventos/datasets relevantes) e como trafegam/onde residem em alto nível [1].
• Considerar requisitos de LGPD e dados sensíveis no desenho (minimização, retenção/descarte e controles), no nível de arquitetura [1] [2].
2.5 Avaliação de alternativas e decisões arquiteturais
• Avaliar opções de solução e trade-offs (custo, complexidade, risco, time-to-market e aderência à plataforma) e recomendar a alternativa alvo [1] [2].
• Registrar decisões arquiteturais relevantes e justificativas (ADRs), incluindo impactos e consequências [1] [2].
2.6 Governança e alinhamento entre times
• Atuar como ponto de convergência entre Produto/Negócio, Engenharia, Plataforma, Segurança e Dados para garantir entendimento comum e execução consistente [1] [2].
• Participar de ritos/comitês de arquitetura, revisões e aprovações necessárias (incluindo ADRs) [1] [2].
• Sugerir padrões, templates e checklists para repetibilidade e qualidade do desenho (ex.: checklist de go-live para integrações, padrões de documentação) [2].
3) Entregáveis (artefatos)
3.1 Arquitetura de Solução (por iniciativa/épico)
• HLD (High Level Design) com:
o Contexto e objetivos
o Escopo e fora de escopo
o Requisitos (FR/NFR) consolidados
o Arquitetura alvo (to-be) e visão as-is quando necessário
o Principais fluxos ponta a ponta
o Dependências, riscos e premissas
o Plano macro de implementação por fases (quando aplicável)
• ADRs (Architecture Decision Records) com decisões e trade-offs [1] [2].
3.2 Diagramas (alto nível)
• Diagrama de contexto (ex.: C4 nível 1/2) [1] [2].
• Diagrama de componentes e integrações (visão macro) [1] [2].
• Fluxo de dados / DFD quando relevante [1] [2].
• Diagrama de sequência (UML) para fluxos críticos de integração (quando necessário) [2].
• Visão de segurança/boundaries e controles em alto nível (quando aplicável) [1].
3.3 Inventários e mapas (quando aplicável)
• Mapa de interfaces (inventário das integrações da solução com metadados mínimos como owner, tipo, contrato, SLA, criticidade) [2].
• Indicações de mapa de dados em alto nível (fontes → transformações → consumo) para iniciativas orientadas a dados [1].
• Matriz de classificação LGPD (se exigido no contexto) [1].
4) Metodologia de trabalho (como o serviço será executado)
• Discovery e alinhamento: entender a demanda, stakeholders, restrições e arquitetura atual (as-is) [1] [2].
• Desenho e validação: propor to-be com alternativas e realizar sessões de revisão com arquitetura e times executores [1] [2].
• Governança e acompanhamento: checkpoints durante a implementação para garantir aderência ao desenho e governar mudanças relevantes (incluindo revisões de contratos quando houver) [2].
5) Critérios de aceite (sugestão)
• HLD aprovado em Architecture Review, com requisitos e NFRs explícitos e rastreáveis à demanda.
• Decisões críticas registradas em ADR e trade-offs documentados.
• Diagramas e inventários mínimos atualizados (integrações/dados, quando aplicável).
• Riscos, dependências e premissas identificados, com encaminhamentos claros.
Se você me disser o tipo de iniciativas (ex.: mais digital/APIs, mais dados/analytics, ou ambos) e se existe um padrão de documentação de demanda (template), eu ajusto o escopo para refletir exatamente o seu fluxo e os seus artefatos.
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